Text page

NBR 16537 de 6/2016: as diretrizes para a sinalização tátil no piso

Qual o dimensionamento dos relevos do piso tátil de alerta? Qual o dimensionamento dos relevos táteis de alerta instalados diretamente no piso? Como deve ser feito o contraste de luminância? O que devem atender as escadas fixas? Essas questões estão sendo respondidas no texto sobre as diretrizes para a sinalização tátil no piso.

20/07/2016 - Equipe Target

Sinalização tátil no piso

A NBR 16537 de 6/2016 - Acessibilidade - Sinalização tátil no piso - Diretrizes para elaboração de projetos e estabelece critérios e parâmetros técnicos observados para a elaboração do projeto e instalação de sinalização tátil no piso, seja para construção ou adaptação de edificações, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade para a pessoa com deficiência visual ou surdo-cegueira (deficiência singular que apresenta perdas concomitantes, auditivas e visuais, em diferentes graus, levando a pessoa surdo-cega a desenvolver diferentes formas de comunicação para entender e interagir com pessoas e meio ambiente). No estabelecimento desses critérios e parâmetros técnicos, foram consideradas as diversas condições de mobilidade e percepção do ambiente, com ou sem a ajuda de recursos ópticos.

Target Genius Respostas Diretas:

Qual o dimensionamento dos relevos do piso tátil de alerta?

Qual o dimensionamento dos relevos táteis de alerta instalados diretamente no piso?

Como deve ser feito o contraste de luminância?

O que devem atender as escadas fixas?

Esta norma fornece orientações para mobilidade &agr...

Baseado nos documentos visitados

Normas recomendadas para você

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 1: Disposições uniformes relativas à aprovação quanto à frenagem para veículos das categorias M, N e O
NBR10966-1 de 12/2015

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 1: Disposições uniformes relativas à aprovação quanto à frenagem para veículos das categorias M, N e O

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 7: Distribuição de frenagem entre os eixos e requisitos de compatibilidade entre os veículos tratores e rebocados das categorias M, N e O
NBR10966-7 de 12/2013

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 7: Distribuição de frenagem entre os eixos e requisitos de compatibilidade entre os veículos tratores e rebocados das categorias M, N e O

Veículos rodoviários automotores - Sistema de freio - Parte 4: Disposições relativas às fontes de energia e dispositivos de armazenamento de energia (reservatórios de energia) para veículos das categorias M, N e O
NBR10966-4 de 12/2013

Veículos rodoviários automotores - Sistema de freio - Parte 4: Disposições relativas às fontes de energia e dispositivos de armazenamento de energia (reservatórios de energia) para veículos das categorias M, N e O

Madeira compensada – Qualidade de colagem - Parte 2: Requisitos
NBRISO12466-2 de 04/2012

Madeira compensada – Qualidade de colagem - Parte 2: Requisitos

Veículos rodoviários automotores - Sistema de freios - Parte 8: Ensaios em veículos equipados com freio de inércia
NBR10966-8 de 09/2019

Veículos rodoviários automotores - Sistema de freios - Parte 8: Ensaios em veículos equipados com freio de inércia

Veículos rodoviários automotores - Massas - Vocabulário e códigos
NBRISO1176 de 08/2006

Veículos rodoviários automotores - Massas - Vocabulário e códigos

Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros
NBR14022 de 03/2025

Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros

Veículos rodoviários automotores - Sistema de freio Parte 2: Ensaios de frenagem e desempenho para veículos das categorias M, N e O
NBR10966-2 de 09/2019

Veículos rodoviários automotores - Sistema de freio Parte 2: Ensaios de frenagem e desempenho para veículos das categorias M, N e O

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 5: Prescrições relativas às condições específicas para sistemas de freio de mola acumuladora (spring brake) para veículos das categorias M, N e O
NBR10966-5 de 12/2013

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 5: Prescrições relativas às condições específicas para sistemas de freio de mola acumuladora (spring brake) para veículos das categorias M, N e O

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 6: Requisitos de ensaio para veículos das categorias M, N e O equipados com sistema antitravamento
NBR10966-6 de 12/2015

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 6: Requisitos de ensaio para veículos das categorias M, N e O equipados com sistema antitravamento

Madeira compensada – Qualidade de colagem - Parte 1: Métodos de ensaio
NBRISO12466-1 de 04/2012

Madeira compensada – Qualidade de colagem - Parte 1: Métodos de ensaio

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 3: Procedimentos de medição de tempo de resposta em veículos equipados com sistemasde freio pneumático das categorias M, N e O
NBR10966-3 de 12/2013

Veículos rodoviários automotores — Sistema de freio - Parte 3: Procedimentos de medição de tempo de resposta em veículos equipados com sistemasde freio pneumático das categorias M, N e O

Fabricação de veículos acessíveis de categoria M3 com características urbanas para transporte coletivo de passageiros — Especificações técnicas
NBR15570 de 07/2021

Fabricação de veículos acessíveis de categoria M3 com características urbanas para transporte coletivo de passageiros — Especificações técnicas

Acessibilidade - Plataforma elevatória veicular e rampa de acesso veicular para acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em veículo de transporte de passageiros de categorias M1, M2 e M3 - Requisitos
NBR15646 de 01/2016

Acessibilidade - Plataforma elevatória veicular e rampa de acesso veicular para acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em veículo de transporte de passageiros de categorias M1, M2 e M3 - Requisitos